plugins premium WordPress

SISS-Geo (Sistema de Informação em Saúde Silvestre)

Plataforma de monitoramento participativo da fauna silvestre da Fiocruz, que registra em celulares observações georreferenciadas e gera alerta de doenças, especialmente aquelas com potencial de atendimento humano, possibilitando ações de vigilância em saúde.

O SISS-Geo é uma ferramenta de ciência cidadã, construída nos preceitos de Uma Só Saúde / Saúde Única. É grátis, funciona “offline” em locais remotos. O georreferenciamento de imagens e registros dos animais permite correlações entre bases de dados de mudanças do uso da terra, desastres e alterações climáticas. A distribuição de alertas simultânea aos três níveis de governo de anormalidades em animais mortos e doentes gera rapidez na mobilização de equipes em campo para a investigação. Assim, a colaboração de uma pessoa comum com um celular na mão e que encontra o animal na natureza, em áreas urbanas ou rurais, aciona todo o sistema de vigilância do SUS dando celeridade, eficácia, economia de recursos e qualidade de dados para tomada de decisão.

Clique na imagem para ampliar Visualização do PDF
Saiba mais QR Code Saiba mais
Infográfico QR Code Infográfico

O que a água pode nos contar? Vírus como indicadores da saúde ambiental da Baía de Guanabara - IOC

O que a água pode nos contar

Vírus e Saúde Ambiental

Atividades antropogênicas, como o lançamento de esgoto doméstico e o escoamento urbano, podem comprometer a qualidade da água e favorecer a disseminação de microrganismos. Em bacias urbanizadas que drenam para a Baía de Guanabara, indicadores bacterianos, como Escherichia coli e enterococos, podem não refletir adequadamente a presença de vírus entéricos, devido às diferenças de persistência, transporte e resistência ambiental. Em parceria com a AGEVAP e o Comitê de Bacia da Baía de Guanabara (CBH-BG), este projeto investiga a ocorrência de vírus entéricos humanos como ferramenta de vigilância em saúde ambiental na Baía de Guanabara. A pesquisa está em andamento e os resultados serão divulgados após sua conclusão e consolidação dos dados, contribuindo para a vigilância e proteção da saúde ambiental.

Saiba mais QR Code Saiba mais
×

Onde o território adoece: saneamento, desigualdades socioambientais e distribuição espacial de doenças no estado do Rio de Janeiro - IOC

Documento 1: Saneamento e Doenças Documento 2: Saneamento e Doenças Documento 3: Saneamento e Doenças

O trabalho integrado analisa a desigualdade no saneamento básico e seus impactos transversais na saúde pública, na educação e no meio ambiente. A partir de dados dos 92 municípios do Rio de Janeiro (2016–2025/IBGE), o estudo mapeia a sobreposição territorial entre precariedade sanitária e alta incidência de arboviroses, leptospirose e diarreias. Essa vulnerabilidade afeta a dignidade escolar: a falta de água e banheiros gera infecções e constrangimentos, acumulando um atraso escolar médio de 1,8 ano e levando à evasão. Paralelamente, o descarte inadequado de resíduos alimenta o aporte de mais de 8 milhões de toneladas de plástico nos oceanos por ano, cujos microplásticos biomagnificam na cadeia alimentar até o organismo humano. Sua importância reside em subsidiar políticas intersetoriais e orientar ações prioritárias baseadas em evidências para promover equidade, saúde e sustentabilidade.

Saiba mais QR Code Saiba mais
×

Projeto: ELASMO-TOX: Efeitos de contaminantes persistentes e petrogênicos na saúde e resiliência de raias e tubarões - IOC

O projeto ELASMO-TOX, desenvolvido pelo Hauser-Davis Research Group, busca entender como a poluição afeta a saúde de tubarões e raias que vivem na costa brasileira. A pesquisa analisa a presença de metais e outras substâncias que podem se acumular no corpo desses animais e causar danos às suas células e órgãos. Como tubarões e raias fazem parte de importantes cadeias alimentares e podem permanecer por muitos anos no ambiente, eles ajudam a mostrar como a poluição está afetando o mar. Com os resultados, o projeto pretende ampliar o conhecimento sobre esses impactos e contribuir para o acompanhamento da qualidade dos ambientes marinhos e para a conservação desses animais.

Saiba mais QR Code Saiba mais
×

A saúde das aves marinhas também conta a história dos nossos oceanos

As aves marinhas fazem parte da vida dos oceanos e podem nos revelar muito sobre o que acontece nesse ambiente. Por isso, elas são consideradas importantes sentinelas da saúde dos oceanos: ao acompanhar sua saúde, podemos identificar sinais de mudanças que também podem afetar outros animais, o ambiente e, em alguns casos, até as pessoas. Nas Ilhas Cagarras, no litoral do Rio de Janeiro, e em outras ilhas, estudamos a saúde dessas aves e os microrganismos que fazem parte de seu cotidiano, como vírus, bactérias e fungos. Investigamos quais microrganismos estão presentes, como eles são geneticamente, como evoluem, como circulam entre os animais e quais efeitos podem ter sobre a saúde das aves. Esse conhecimento é especialmente importante quando encontramos microrganismos que podem causar doenças e, no caso das zoonoses, que podem ser transmitidos entre animais e pessoas. Ao entender como esses microrganismos circulam e como as aves respondem a eles, podemos identificar possíveis mudanças no ambiente e acompanhar, de forma mais ampla, a saúde dos ecossistemas marinhos. Afinal, no oceano, tudo está conectado. Cuidar da saúde das aves marinhas também é uma forma de cuidar da saúde dos oceanos e de compreender melhor a nossa própria saúde.

×

ICTB

ICTB

Título do Subtema (Ex: Pesquisa e Inovação)

Insira aqui o texto descritivo correspondente ao ICTB. Este espaço é reservado para detalhar as ações, pesquisas ou inovações relacionadas ao Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos dentro do contexto do projeto.

Saiba mais QR Code Saiba mais

BIBLIOTECA DE TECNOLOGIAS SOCIAIS DA BOCAINA

A Biblioteca de Tecnologias Sociais da Bocaina reúne 40 Tecnologias Sociais desenvolvidas e/ou reaplicadas pela Fiocruz e pelo Fórum de Comunidades Tradicionais (FCT) junto a comunidades indígenas, caiçaras e quilombolas localizadas em Angra dos Reis (RJ), Paraty (RJ) e Ubatuba (SP). Além de disponibilizar este conhecimento, a biblioteca também busca fortalecer a relação das comunidades tradicionais com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. Por isso, cada tecnologia social traz também a indicação do(s) ODS que ela ajuda a promover.

Saiba mais

QR Code Saiba mais
×

Territórios, Saberes e Justiça Socioambiental - VPAAPS

Territórios e Saúde: Avaliação Ambiental Integrada

O estudo avaliou dois componentes do saneamento em seis territórios tradicionais da Serra da Bocaina, no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde o OTSS atua: a qualidade da água utilizada para consumo e o desempenho de sistemas de saneamento ecológico. A iniciativa busca compreender riscos e condições ambientais, contribuindo para o acesso à água segura e políticas públicas.

Acesse o Documento em PDF QR Code Saiba mais
×

FioAntar: pesquisa, vigilância e impactos das mudanças climáticas em um ambiente estratégico para a saúde planetária

Ciência e Descobertas - O Oceano Revela

Ciência e Descobertas — O Oceano Revela

Pesquisas que ampliam o conhecimento sobre organismos, ecossistemas e processos oceânicos, inclusive em ambientes extremos ou ainda pouco explorados. O foco será mostrar o que a ciência consegue revelar e por que essas descobertas importam para a vida no planeta e a saúde da população.

Saiba mais QR Code Saiba mais

Cobrindo 71% do planeta e com uma profundidade média de 4 mil metros, os Oceanos da Terra continuam a ser um campo vasto para novos estudos e descobertas. Este imenso ambiente submerso, o oceano global, oferece uma miríade de habitats que abrigam uma imensa diversidade biológica, em boa parte ainda desconhecida da humanidade. Da interação da biota marinha com elementos presentes na água e na crosta oceânica e da dinâmica do oceano com a atmosfera se dão processos de importância global que moldam as condições que favorecem a própria vida no planeta.

Vivemos numa era marcada por uma crise planetária tripla: mudanças climáticas aceleradas, perda de biodiversidade e poluição ambiental/separação entre natureza e sociedades humanas. Esses fenômenos não são distantes ou abstratos; afetam diretamente a saúde humana.

No Brasil, essas rupturas são especialmente agudas no contexto costeiro e marinho. Nossa costa se estende por cerca de 7.367 km, contando ilhas e arquipélagos, atravessando ecossistemas diversos como manguezais, recifes de corais, restingas, grandes estuários e plataformas oceânicas. A biodiversidade marinha brasileira é vasta, incluindo milhares de espécies; muitas ainda pouco conhecidas, especialmente no oceano profundo.

Segundo pesquisas da Fiocruz e parceiros, cerca de 36% das espécies da fauna global descritas estão sob ameaça de extinção; o que inclui muitos organismos marinhos sensíveis à mudança ambiental.

"O oceano é o pulmão azul do planeta. Cuidar dele é cuidar de nós. A Fiocruz reafirma, na Rio Ocean Week, seu compromisso com uma ciência transdisciplinar, participativa e transformadora, que conecta Saúde, Clima e Sustentabilidade — pilares da Agenda 2030 e de um futuro saudável e sustentável para todos."

Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030 QR Code Estratégia Fiocruz