Soluções para mudanças climáticas e aquecimento global estão entre os trabalhos compartilhados nas redes internacionais de ciência
A formação de redes colaborativas internacionais tem sido fundamental nas políticas voltadas à ciência, como fruto da geração de conhecimento e da interação entre diversos agentes das esferas pública e privada, e da multidisciplinaridade da atividade científica.
Na 6ª edição da Rio Innovation Week – conferência global de tecnologia e inovação –, realizada na cidade do Rio de Janeiro, de 4 a 7 de agosto, o assunto norteou o painel “Ciência sem fronteiras: como a cooperação internacional impulsiona soluções para grandes desafios globais”, em 6 de agosto. Entre os quais, as mudanças climáticas, emergências em saúde, desigualdades no acesso a sistemas de saúde, aquecimento global, entre outros, ligados à saúde pública.
André Périssé e Cristiani Vieira Machado, pesquisadores da Fiocruz, e a professora Fernanda Mello, da UFRJ, debateram, e Marly Marques da Cruz, vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, participou da atividade.
Foto publicada pela CCS/Fiocruz

Da esq. para dir., André Perissé, da Fiocruz, Fernanda Mello, da UFRJ, e Cristiani Machado, da Fiocruz
A internacionalização da pós-graduação foi aprofundada, inclusive quanto à Rede Capes Global para o Desenvolvimento Sustentável, Ciência e Saúde, coordenada pela Fiocruz, e a consolidação de parcerias internacionais, como com os países do Sul Global – forma de se reconhecer as nações que enfrentaram, historicamente, maior desigualdade econômica, colonização ou marginalização geopolítica, e do Brics – um dos blocos político-econômicos mais influentes do mundo atual.
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