Fiocruz vê avanço histórico em portaria que legitima medicinas indígenas no SUS

A Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS) da Fundação Oswaldo Cruz divulgou nota técnica em apoio à Portaria GM/MS nº 10.676/2026, que reconhece oficialmente o papel de pajés, xamãs, parteiras e raizeiros indígenas no âmbito do SUS.

Para a VPAAPS, a medida fortalece o cuidado intercultural ao respeitar os sistemas próprios de conhecimento e organização social dos povos indígenas, além de representar um avanço no enfrentamento das iniquidades socioambientais e na promoção do bem viver.

Segundo o Ministério da Saúde, as medicinas indígenas reúnem práticas ancestrais desenvolvidas ao longo de mais de 12 mil anos, articulando cuidado físico, território, relações sociais e dimensões espirituais.

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